Mediação e Conciliação Extrajudicial

Excelente ambiente para realização de sessões conjuntas de Mediação e Conciliação para as partes com ou sem advogados.

Possibilidades de solução com a Mediação:

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  • Mediação Familiar e Sucessões
  • Mediação Empresarial
  • Mediação em Recuperação Judicial
  • Mediação Trabalhista
  • Mediação nas Relações de Consumo
  • Mediação em Condomínios
  • Mediação Escolar

 

A Mediação e a Conciliação são métodos de solução consensual de conflitos – elevados agora ao status de pilares da justiça pelo atual Código de Processo Civil.

Diferentemente da tutela jurisdicional, a mediação (especialmente no enfoque transformativo) emancipa as partes a criarem conjuntamente solução que afetivamente lhes atenda, ao passo que a intervenção judicial impõe aos envolvidos decisão de terceiro e que não acolherá, reciprocamente, os interesses envolvidos.

Com isso, busca-se a responsabilização compartilhada, feita através da comunicação estruturada, em que a figura do “culpado” passa a ser substituída pela construção conjunta, legítima e equilibrada do consenso.

Além de apresentar-se como um meio mais célere e econômico que a via judicial, esta forma de autocomposição destaca-se por proporcionar ganhos que extrapolam as fronteiras do acordo.

O mediador conduz as pessoas envolvidas num litígio – que se forma quando a comunicação está rompida -, para que consigam separar as emoções nocivas, esclarecer os pré julgamentos, ressignificar os mal entendidos; e a encontrarem o caminho até o verdadeiro motivo gerador do conflito, para então auxiliar a chegarem numa solução em consenso.

Desta forma, a solução consensual não é o foco, é a consequência da solução dos conflitos internos de cada um dos envolvidos, o reconhecimento de sua parcela de responsabilidade no fato, o reconhecimento das emoções e necessidades das demais pessoas envolvidas, a transformação destas relações, o reestabelecimento da comunicação empática e sadia entre todos, o olhar para o que deve ser feito para reequilibrar este sistema onde cada um tem igual importância.

 

Na mediação extrajudicial, “qualquer pessoa capaz que tenha a confiança das partes e seja capacitada para fazer mediação, independentemente de integrar qualquer tipo de conselho, entidade de classe ou associação, ou nele inscrever-se” poderá funcionar como mediador, de acordo com o art. 9º da Lei de Mediação.

Quanto à representação, o art. 10 da Lei de Mediação consigna ser desnecessário o comparecimento das partes acompanhadas de seus respectivos advogados. Comparecendo, no entanto, qualquer das partes acompanhada de advogado, o procedimento somente poderá seguir se todas as partes estiverem devidamente assistidas.

 

A Anima Mediação é signatária do Pacto de Mediação da Câmara de Arbitragem e Mediação da ACP PR (Arbitac).

Saiba mais: Pacto de Mediação é lançado em Curitiba pela Arbitac

 

ANIMA MEDIAÇÃO ATUA NA RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA OI TELECOM

Mediadora Judicial e Extrajudicial DANIELE CRISTINE ANDRADE PRÉCOMA da ANIMA MEDIAÇÃO SISTÊMICA participou no mês de setembro de 2017 realizando acordos com os credores da OI TELECOM, articulado pela FGV Medição.

Primeiro caso de Mediação autorizada em Recuperação Judicial no Brasil.
Saiba mais: Judiciário autoriza uso de mediação em processo da Oi

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